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Há mais de um século a arte esta a serviço da expressão pessoal. Desde as Demoiselles D’Avigon às formas transcendentais de Kandinsky. Na música, no teatro, na literatura. A experiência humana celebra o próprio viver. E nesse fluxo, o outro é necessário. Nele, a obra se completa. O ciclo se fecha. A obra conduz. Artista e observador são transfigurados. Eles são o produto final. Um vir a ser existencial onde nada está no controle. Para tal é preciso de espaço. Espaço, tijolo e tinta. Espaço, pixel e luz. Espaço onde se possa amalgamar artista, obra, observador. Sem entraves para dissolver. Entraves de papéis e carimbos. Entraves de formalidades e recalcitrâncias. A existência precisa fluir e transpassar. Para isso existe a AIREZ.

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